A Justiça de São Paulo determinou, nesta quarta-feira (9), a soltura de João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins, investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas durante um salto de rope jump em Limeira (SP).
Os dois estavam presos desde 20 de junho.Na decisão, a Justiça afirmou que a investigação não reuniu indícios suficientes de autoria contra ambos. Por esse motivo, eles não foram indiciados e tiveram a prisão temporária revogada.
Outros quatro investigados seguem presos após serem denunciados pelo Ministério Público de São Paulo. Luís Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves respondem por homicídio com dolo eventual, qualificado por motivo torpe e por recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo o MP, eles conheciam os riscos da atividade, mas deixaram de adotar medidas de segurança e participaram diretamente do lançamento da jovem.
Já Evelyne Dossantos Gonçalves foi denunciada por homicídio e fraude processual. De acordo com a investigação, ela tentou retirar a câmera presa ao corpo da vítima para dificultar as apurações. O Ministério Público também afirma que ela era responsável pela logística, captação de clientes e divulgação da empresa, além de garantir as condições mínimas de segurança.
Ao todo, oito pessoas foram investigadas. Além de João e Gabriel, outros dois investigados tiveram o arquivamento do caso solicitado pelo Ministério Público.
Maria Eduarda morreu após ser lançada da ponte sem estar presa à corda de segurança durante a prática de rope jump. O acidente foi registrado por testemunhas, que perceberam a falha e gritaram ao ver a jovem cair. Pessoas que estavam no local iniciaram manobras de reanimação até a chegada do Samu, mas ela morreu no local em decorrência de politraumatismo.
Fonte: nossa voz










