A Câmara dos Deputados terá, a partir de 2027, a maior bancada feminina de sua história.Nesse domingo (4) foram 109 mulheres eleitas, um aumento de 1 cadeiras em comparação as eleições de 2022, quando 91 deputadas federais conquistaram uma vaga.
Entre os partidos que mais elegeram mulheres em 2026 estão PT, com 26, e PL, com 22. Os outros partidos PSOL, com 8, União Brasil, com 8,PCdoB, com 7 e Podemos com 7.
Nas eleições proporcionais — para deputado federal, deputado estadual, deputado distrital e vereador —, os partidos e federações precisam respeitar uma cota mínima de candidaturas de cada gênero.
Pela Lei das Eleições, pelo menos 30% dos candidatos devem ser de um gênero e, consequentemente, no máximo 70% podem ser do outro.
Na prática, como os homens são maioria entre os candidatos, a regra funciona principalmente como uma garantia de que ao menos 30% das candidaturas sejam de mulheres.A legislação também garante recursos para essas candidaturas. As mulheres devem receber pelo menos 30% dos recursos públicos destinados às campanhas e do tempo de propaganda eleitoral gratuita.
Se elas representarem mais de 30% das candidaturas, a parcela de recursos deve aumentar na mesma proporção. A regra, porém, não estabelece um número mínimo de mulheres que precisam ser eleitas, mas apenas condições mínimas para a participação feminina na disputa.









