O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ampliou, desde segunda-feira (14), as ações de enfrentamento à emergência sanitária provocada pelo circovírus em ararinhas-azuis.
Das 103 aves que estavam no Criadouro Ararinha-azul, em Curaçá (BA), 69 ararinhas-azuis e duas araras-maracanãs testaram negativo e foram transferidas para o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna), da Univasf, em Petrolina (PE). Os animais permanecem em quarentena, sob acompanhamento técnico e veterinário, com novos ciclos de testagem.
As outras 34 ararinhas-azuis testaram positivo para o vírus e permanecem no criadouro, em Curaçá, onde são acompanhadas pelo ICMBio e submetidas a medidas de manejo, isolamento sanitário e biossegurança.
A separação entre aves positivas e negativas busca reduzir o risco de disseminação do vírus. A continuidade das medidas está assegurada por decisão da Justiça Federal.
A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é uma espécie endêmica da Caatinga e alvo de ações de conservação e reintrodução. O ICMBio informou que segue monitorando a situação e adotando medidas para proteger as aves e controlar os riscos sanitários.









