O jovem Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, está desaparecido desde a última quinta-feira (1°) após realizar uma trilha acompanhado de uma amiga no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem teria subido a montanha na tarde do dia 31.A informação foi divulgada pelo Corpo de Bombeiros do Paraná. Segundo o tenente-coronel Ícaro Gabriel, porta-voz dos bombeiros, Roberto chegou sozinho até a base da montanha, em uma fazenda em Antonina Cacatu, após andar por mais de 20 km.
O perfil da família nas redes sociais confirmou a localização de Roberto e publicou uma foto de Roberto. “Encontramos o Roberto” Ele está vivo, está bem e estamos já o encaminhando pro hospital. Obrigado a todos os anjos que vieram aqui nos ajudar! Obrigado pelas orações”.O homem havia subido a montanha em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, na tarde da última quarta-feira (31), acompanhado da amiga Thayane Smith. Em entrevista à Ric Record Paraná, ela afirmou que conversou com a família de Roberto e comentou sobre o futuro do jovem.

Na entrevista, a jovem disse que errou ao largar o amigo no percurso. “Esse foi meu erro. Eu conversei com família e eu assumo meu erro. Eu sei que errei nisso de ter deixado ele ter vindo sem mim, mas tinham outras pessoas com ele. Não tinha como se perder. Não sei o que aconteceu.”nformações preliminares apontam que Roberto, durante o trajeto, vomitou algumas vezes até o topo da montanha. A dupla alcançou o pico por volta das 4h da manhã de quinta, momento em que decidiram descansar e encontraram outros dois grupos de pessoas no local.
Após um período de aproximadamente duas horas, os amigos iniciaram a descida da montanha. Momentos depois, os dois amigos pararam novamente em um determinado ponto do pico. O segundo grupo, que havia ficado no cume, também iniciou a descida pouco tempo depois e chegou a passar pelo ponto onde o jovem teria ficado, mas já não o encontraram.
Na tarde de quinta (1°), os bombeiros foram acionados para auxiliar nas buscas e contou com o uso de equipamentos de suporte como aeronaves com câmeras térmicas. Os trabalhos contaram com apoio de voluntários e ainda um drone comsensor térmico infravermelho.
fonte: CNN Brasil










